Fissuras Labiopalatinas

O que é fissura labiopalatina?

A fissura labiopalatina é a anomalia congênita mais comum, ocorrendo em cerca de 1 a cada 650 nascimentos. Ela acontece quando o lábio e/ou o palato (céu da boca) não se fecham completamente nos primeiros três meses de gestação.

Pode aparecer de forma isolada ou associada a outras anomalias, compondo quadros sindrômicos.

Sua causa é multifatorial, envolvendo tanto fatores genéticos quanto ambientais. Entre os fatores ambientais estão o consumo de álcool, cigarro, drogas, alguns medicamentos, exposição à radiação ionizante e deficiências nutricionais.

É importante lembrar que, mesmo com esses fatores de risco conhecidos, muitas vezes não é possível identificar uma causa única, e o acolhimento e o cuidado especializado são fundamentais para o bem-estar da criança e da família.

Quais os principais sinais e sintomas?

Essa condição pode ser classificada como:

  • Fissura de lábio: quando atinge somente o lábio superior (uni ou bilateralmente).
  • Fissura de palato: quando atinge somente o palato.
  • Fissura labiopalatina: quando atinge o lábio e o palato (uni ou bilateralmente).

Como é feito o diagnóstico da fissura labiopalatina?

O diagnóstico pode ser realizado:

  • Durante o pré-natal, por meio de ultrassonografia morfológica.
  • Ao nascimento, pela observação clínica.
  • Pela complementação de exames especializados, como a nasofibroscopia, que avalia a anatomia da cavidade nasal e do palato.

Como é realizado o tratamento da fissura labiopalatina?

O tratamento da fissura labiopalatina é multidisciplinar e de longo prazo, envolvendo diferentes etapas ao longo do crescimento da criança. Envolve um processo contínuo, começando, geralmente, nos primeiros meses de vida com cirurgias corretivas para fechar o lábio e/ou o palato.

Além da cirurgia plástica, o cuidado inclui fonoaudiologia, ortodontia, genética e acompanhamento psicológico. Todas essas áreas atuam juntas para garantir uma reabilitação completa, do nascimento até a vida adulta, sempre com foco no bem-estar e no desenvolvimento integral da criança.

Conheça a equipe multidisciplinar do Núcleo AIMA

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Dr. André Sales Peres

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Perguntas Frequentes (FAQ):

O que causa a fissura labiopalatina?
A causa está relacionada à combinação de fatores genéticos e ambientais, e cada caso carrega particularidades que merecem atenção individualizada. Por isso, uma avaliação completa e cuidadosa é essencial para entender melhor cada situação e oferecer o acompanhamento mais adequado para a criança e sua família.

– Dra. Luiza Virmond e Dra. Nancy Nakata (Equipe Genética)

Como é feito o diagnóstico?
Pode ser detectado durante o pré-natal por ultrassonografia morfológica ou no momento do nascimento por avaliação clínica detalhada.

— Dr. André Sales Peres (Otorrinolaringologista e Cirugião Crâniomaxilofacial)

Quais cirurgias fazem parte do tratamento da fissura labiopalatina?
As principais etapas incluem queiloplastia (lábio), palatoplastia (palato) e, em alguns casos, enxerto ósseo e cirurgia ortognática.

— Dr. André Sales Peres (Otorrinolaringologista e Cirugião Crâniomaxilofacial)

A criança poderá falar normalmente?
Com acompanhamento desde cedo, muitas crianças com fissura labiopalatina conseguem desenvolver a fala adequadamente. A estimulação correta faz toda a diferença.

– Dra. Melissa Zattoni Antonelli (Fonoaudióloga)em>

O tratamento pode ser feito particular?
Sim!

O Núcleo Aima oferece um atendimento particular cuidadosamente planejado para quem busca qualidade e praticidade. Contamos com uma estrutura física completa e uma equipe multiprofissional experiente no cuidado de anomalias craniofaciais. Tudo isso em um único local, proporcionando conforto, integração entre as especialidades e um acompanhamento personalizado para cada paciente e sua família.

Meu filho com fissura precisa de acompanhamento com fonoaudióloga?
Sim! A fonoaudiologia é essencial para o desenvolvimento adequado da fala e alimentação.

– Dra. Melissa Zattoni Antonelli (Fonoaudióloga)

O uso de aparelho ortodôntico será necessário?
Na maioria dos casos, sim. A ortodontia acompanha o crescimento ósseo e dentário da criança até a adolescência.

— Dr. Adriano Porto (Ortodontista)

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Nosso plano de cuidado médico para Anomalias Craniofaciais oferece acompanhamento completo desde o diagnóstico até o tratamento, com uma equipe multidisciplinar dedicada em cada etapa para garantir atendimento de excelência. Utilizamos tecnologias avançadas para aumentar a segurança e eficácia como planejamento cirúrgico virtual, ultrassom de bainha de nervo óptico, monitorização brain4care e sonoendoscopia.
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